
Intérpretes de samba-enredo foram tornados patrimônios imateriais do Estado
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Os intérpretes de samba-enredo foram considerados patrimônios imateriais do Estado do Rio de Janeiro. O Governador Cláudio Castro publicou nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial do Estado a decisão, que busca a preservação da história, da cultura, dos sambas e do carnaval carioca.
“Os intérpretes das escolas de samba já são há muito tempo patrimônio do carnaval do Rio de Janeiro e agora oficializamos o que todos nós já considerávamos. É um reconhecimento e uma homenagem mais do que justa aos artistas que contribuem para a nossa cultura e abrilhantam os desfiles das agremiações. Todos merecem os nossos aplausos”, afirmou Castro.
Neguinho da Beija-Flor, que representou a escola de Nilópolis por quase cinco décadas, de 1976 até sua despedida em 2024, é um dos nomes mais emblemáticos do carnaval. Ele anunciou sua despedida e foi campeão em 2025.
Outros intérpretes que marcaram época incluem Jamelão, Dominguinhos do Estácio, Paulinho Mocidade e Quinho, da Portela, além de Dona Ivone Lara, a primeira mulher a assinar um samba-enredo na história do carnaval carioca.
Neguinho da Beija-Flor
Stephanie Rodrigues/g1
Dominguinhos do Estácio
Reprodução / Facebook Dominguinhos do Estácio
Jamelão, intérprete da Mangueira por anos
TV Globo
Paulinho Mocidade
Comunicação Paulinho Mocidade/ Divulgação